CRA-SP
Notícias 20 fev 2018 dev_braso

Secretário de Transportes Metropolitanos participa de reunião no CRA-SP

Secretário de Transportes Metropolitanos participa de reunião no CRA-SP

Responsável pela circulação de aproximadamente 7 milhões de passageiros no Estado de São Paulo, todos os dias, o Adm. Clodoaldo Pelissioni, Secretário de Transportes Metropolitanos participou, nessa segunda-feira, dia 19 de fevereiro, da reunião plenária na sede do Conselho Regional de Administração de São Paulo – CRA-SP, para apresentar dados sobre a sua gestão à frente da pasta.

Acompanhado do coordenador de Planejamento e Gestão, Ricardo Luiz Hidalgo Pereira da Costa, Pelissioni contou que o principal desafio da Secretaria, atualmente, é ampliar a malha do transporte da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos – CPTM, da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos – EMTU/SP e da Companhia do Metropolitano de São Paulo – METRÔ, a fim de prestar um bom serviço à população.

Com a afirmação de que “o grande problema do governo não é o engenheiro, mas a falta de administradores com visão de projetos”, o secretário também abordou a importância da participação efetiva dos profissionais da administração na gestão pública. “A visão plural do administrador é fundamental para fazer com que as coisas sejam feitas de maneira correta. Por isso, é importante que os administradores participem mais, para alcançarmos os resultados que a população espera”, explicou.

Sobre o futuro da mobilidade urbana no estado de São Paulo, Pelissioni acredita que, após a finalização das obras atualmente em execução e o crescimento da utilização de aplicativos para locomoção, será possível acrescentar mais de 1 milhão de passageiros à rede. “A utilização de carro próprio vem perdendo adeptos com a chegada dos aplicativos, o que é bom. Com a finalização das obras na malha metroferroviária e a oferta de melhores serviços, vamos conseguir melhorar não só o trânsito, mas, também, a qualidade do ar e a qualidade de vida, por meio do exercício, visto que hoje dispomos de bicicletários (vigiados por funcionários) e paraciclos (onde o usuário deixa a bicicleta presa sem monitoramento) agregados a várias estações do Metrô, CPTM e EMTU”, concluiu.